Eu sou Zahir Almyst. E quero falar diretamente com você, que talvez esteja chegando agora, vindo de uma religião de fundo judaico-cristão ou até do espiritismo, carregando dúvidas, medos e aquela sensação de que sem “Deus” você não é nada.
Quero que entenda uma coisa fundamental: isso é uma ilusão.
A primeira chave: você é imagem dos Elohim
Na Bíblia que você mesmo leu durante anos, em Gênesis 1:26, está escrito:
“Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.”
Note bem: não foi “à minha imagem”, mas à nossa imagem.
Quem fala aqui não é um deus solitário, mas os Elohim, o conselho dos deuses.
Isso significa que você não é um pó sem valor, mas uma centelha divina, reflexo das próprias potências criadoras.
Se você carrega essa centelha, então você não nasceu para se ajoelhar — nasceu para comandar.
A segunda chave: o truque do Demiurgo
YHWH, o deus tribal de Israel, se apresentou como o único, o absoluto. Mas a verdade é que ele é apenas um Demiurgo, um arquiteto que tomou posse da criação e monopolizou a adoração.
E como ele fez isso? Convencendo as pessoas de que só através dele era possível falar com os anjos, comandar hostes, receber proteção.
Esse é o maior engano.
A autoridade não vem dele. Vem da sua centelha.
A terceira chave: reprogramar os símbolos
Talvez você ainda sinta força nos nomes, nos salmos, nas orações que aprendeu. Isso não é problema — os nomes e símbolos são apenas chaves de sistema.
Eles funcionam porque foram programados por séculos de culto coletivo.
Mas lembre-se: quem tem a senha não precisa se tornar escravo do dono do servidor.
Na magia do caos e no luciferianismo, nós reprogramamos essas chaves.
Se YHWH pode dar ordens às suas hostes, você também pode.
Se ele tem anjos de fogo, você também pode convocá-los.
E eles não respondem ao Demiurgo por natureza — eles respondem a quem desperta a centelha e fala com autoridade.
A declaração do despertar
Quero te entregar agora uma fórmula simples, mas poderosa.
Repita-a em voz alta, com firmeza, até sentir que vibra dentro de você:
“Eu, com minha centelha divina desperta, reivindico o comando das hostes celestiais para atender à minha vontade.”
Esse é o momento em que você deixa de pedir favores e começa a ordenar como um Elohim.
O exercício prático
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Acenda uma vela branca (ou vermelha, se preferir intensidade).
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Desenhe um sigilo simples, que represente sua centelha (não precisa ser perfeito).
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Fique diante da chama, entoe a declaração.
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Sinta legiões de fogo, vento e luz se reunindo ao seu redor, aguardando seu comando.
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Diga ao que vierem. Envie-os com clareza de intenção.
A quarta chave: quebrando crenças limitantes
Talvez você sinta medo. Talvez a velha voz interna diga: “Você não pode, só Deus pode.”
Essa voz é o grilhão do Demiurgo.
É a última muralha que impede você de perceber o óbvio: você já é Elohim em potencial.
O despertar não é ganhar algo novo, é lembrar o que sempre esteve em você.
Conclusão: tome o seu trono
Você não precisa mais ser servo.
Não precisa mais viver ajoelhado, pedindo bênçãos a um deus que monopoliza o poder.
Você pode despertar sua centelha, tomar seu trono e reivindicar o direito de comandar.
E quando fizer isso, vai perceber que os anjos, as hostes e os próprios elementos da natureza não servem ao Demiurgo — servem a quem ousa lembrar-se de sua verdadeira origem.
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